A Defesa Civil Municipal intensificou a fiscalização e o monitoramento em áreas de risco da capital. As medidas preventivas envolvem visitas diárias aos bairros sujeitos a alagamentos, o acompanhamento do nível dos rios e igarapés, e o atendimento às famílias que vivem em locais vulneráveis.
“Acompanhamos diariamente o nível das águas e a condição das famílias nessas áreas. Quando necessário, encaminhamos as famílias cadastradas para casas de parentes ou para abrigos temporários. Até o momento, não foi preciso realizar remoções”, explicou o inspetor da DCM, Geraldo de Souza.
No roteiro de monitoramento estão as ruas T e U, no bairro Caranã, próximas ao rio Cauamé. Bairros como Santa Tereza, Santa Luzia e Senador Hélio Campos, na zona oeste, também são acompanhados por apresentarem histórico de acúmulo de água.
A Defesa Civil atua ainda na prevenção de acidentes envolvendo árvores antigas e comprometidas. Durante o período de chuvas aumentam os casos de quedas por rachaduras, ação de cupins e enfraquecimento dos troncos, sobretudo de cajueiros.
As ações alcançam também a zona rural e as comunidades indígenas de Boa Vista, onde equipes monitoram localidades que podem ser impactadas pelas chuvas fortes e pela cheia dos rios. Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil Municipal pelo telefone 156.
O monitoramento conta com pluviômetros instalados em diversos bairros da capital, entre eles Jardim Caranã, Paraviana, São Vicente, Treze de Setembro e Jardim Olímpico.
“Os equipamentos são acompanhados pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) e pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), contribuindo para a emissão de alertas e a prevenção de desastres”, destacou o inspetor Geraldo de Souza.




