O Checkpoint desta terça (07) apresenta novos desdobramentos da maior reestruturação da história do Xbox. Fontes indicam que as demissões atingiram com força a equipe de programação da id Software e eliminaram entre 60 e 70 vagas na Obsidian.
Em outras notícias, a IO Interactive, estúdio por trás de Hitman e 007: First Light, também foi impactada pela reestruturação. Após o fim da parceria de financiamento externo para o Project Fantasy com a Xbox, a empresa reassumiu a propriedade integral do projeto e seguirá seu desenvolvimento de forma independente.
smart_display
Vídeos em destaque
Quer saber o que aconteceu de mais importante no mundo dos games nesta terça (07)? Prepare o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel em mais um Checkpoint!
Obsidian e id Software sofrem com a reestruturação no Xbox
A reestruturação anunciada pela Microsoft segue mostrando seus efeitos na divisão Xbox. Fontes afirmam que a Obsidian Entertainment demitiu entre 60 e 70 funcionários, enquanto a id Software teria sido fortemente impactada — com grande parte de sua equipe de programação dispensada.
Segundo relatos de ex-funcionários, os cortes atingiram várias áreas dos estúdios. “Após 21 anos na Obsidian Entertainment, minha jornada com o estúdio chegou ao fim”, escreveu o diretor de arte Daniel Alpert no LinkedIn, enquanto Scott Miller, fundador da 3D Realms, declarou que “a maior parte, senão todos, os programadores da id Software foram demitidos” durante a reestruturação promovida pela Microsoft.
Estúdio por trás de 007 First Light também foi afetado, mas reassumiu nova propriedade intelectual
A reestruturação do Xbox também atingiu a IO Interactive, responsável por 007 First Light e pela franquia Hitman. Com o fim da parceria de financiamento com a Microsoft, a desenvolvedora confirmou ter recuperado a totalidade dos direitos e da publicação de Project Fantasy, seu novo RPG online.
Em carta aberta, a IO Interactive afirmou que seguirá desenvolvendo o projeto de forma independente, apesar das mudanças internas, que incluem o fechamento do estúdio em Istambul e cortes de pessoal.
“Após o término da nossa parceria de financiamento externo para o Project Fantasy, a IOI reassumiu a propriedade total do projeto e da nossa propriedade intelectual”, disse a empresa, acrescentando que segue “totalmente comprometida” com o desenvolvimento do novo universo criado pelo estúdio.
Tencent registra Honor of Kings: Ace e alimenta rumores sobre versão do moba para PC
)
A Tencent registrou recentemente a marca Honor of Kings: Ace junto ao Escritório de Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO), o que alimentou especulações sobre um novo projeto da franquia. Embora ainda não haja anúncio oficial, os indícios apontam que o título pode ser uma versão para PC.
Por enquanto, poucos detalhes foram divulgados sobre o projeto. Os registros sugerem que Honor of Kings: Ace poderá ser um jogo voltado ao PC, com foco em eSports e elementos de serviço contínuo. Enquanto a Tencent mantém silêncio sobre a iniciativa, a empresa também segue trabalhando em Honor of Kings: World, um RPG de mundo aberto inspirado no universo da franquia que já está em pré-registro para futuros testes.
Fundador da Arkane ironiza e pergunta ao Xbox: “Quanto vale o estúdio para um amigo?”
)
Raphael Colantonio, fundador da Arkane, chamou atenção nas redes sociais ao reagir com ironia à reestruturação do Xbox. Em resposta ao anúncio da CEO Asha Sharma, o desenvolvedor brincou ao perguntar quanto custaria comprar o estúdio: “Sobre a Arkane… quanto? Estou perguntando para um amigo”.
A publicação surgiu em meio às mudanças promovidas pela Microsoft, que ainda avalia o futuro da Arkane após a onda de demissões e reestruturações na divisão Xbox.
Embora o comentário tenha sido encarado como piada por muitos fãs, ele reacendeu discussões sobre o destino do estúdio, responsável por franquias como Dishonored e pelo futuro Marvel’s Blade, enquanto a empresa analisa “possíveis opções estratégicas” para a desenvolvedora.
Petição para Sony não “matar” mídia física de PlayStation já tem mais de 170 mil assinaturas
)
A petição “Don’t Kill the Disc” (“Não matem o disco”), criada para pedir que a Sony mantenha a produção de jogos físicos para PlayStation, ultrapassou a marca de 170 mil assinaturas. Até o momento, a empresa não comentou publicamente a mobilização, que ganhou força após o anúncio do fim da fabricação de discos para novos jogos a partir de 2028.
Criada pela rede canadense PNP Games, a campanha defende que os consumidores continuem tendo a opção de adquirir jogos em mídia física. “Um disco é um jogo real que você possui. Você pode emprestá-lo, revendê-lo, colecioná-lo ou passá-lo para seus filhos”, afirma a petição.
Enquanto a Sony permanece em silêncio sobre o tema, a iniciativa segue recebendo apoio de jogadores e nomes da indústria preocupados com o futuro da preservação dos games.
E então, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte para nós nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!



