Sesau promove primeiro seminário sobre síndromes gripais

CGVS SESAU 3

Com o objetivo de reforçar as estratégias de vigilância dos vírus respiratórios em Roraima, a CGVS (Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde) promoveu, nesta segunda-feira, 10, o 1º Encontro das Unidades Sentinela de Síndrome Gripal de Roraima.

No encontro foram abordados os fluxos de vigilância, a qualificação das notificações, a análise de dados epidemiológicos e as estratégias para aprimorar a detecção e a resposta rápida às doenças respiratórias.

“Com essa iniciativa esperamos fortalecer a vigilância sentinela da síndrome gripal — uma ferramenta hoje fundamental para o Brasil. Através dela conseguimos identificar os vírus em circulação antes que provoquem internações ou óbitos, permitindo planejar ações de prevenção”, destacou a enfermeira técnica do Núcleo de Controle da Poliomielite, Influenza e Tétano, Carolina Damacena.

Entre as unidades sentinela estão o Pronto Atendimento Cosme e Silva, a Casai Yanomami (Casa de Apoio à Saúde Indígena) e o Hospital da Criança Santo Antônio, em Boa Vista, além de unidades localizadas em municípios de fronteira como Pacaraima, Rorainópolis e Bonfim.

Para a enfermeira da Unidade de Vigilância Epidemiológica do Pronto Atendimento Cosme e Silva, Auriuza Mendes, a participação dessas unidades é essencial para ampliar a cobertura do monitoramento das síndromes gripais no estado.

“Participamos dessa pactuação como sentinela há algum tempo, devido ao grande fluxo de pacientes que procuram a unidade. Dessa forma, contribuímos para a vigilância do estado como um todo”, acrescentou ela.

A coordenadora de Vigilância das Doenças Transmissíveis e Imunopreveníveis do município de Boa Vista, Edimilla Carneiro, ressaltou que o encontro também serve para avaliar o desempenho das unidades e identificar pontos a serem aprimorados na vigilância.

“Trata‑se de um retorno sobre como as unidades estão atuando, sobre a importância do trabalho delas dentro do contexto da vigilância dos vírus respiratórios. Espero que esses encontros se repitam com frequência para aprimorarmos os serviços, evidenciar nossos avanços e trabalhar nas fragilidades para uma vigilância cada vez mais eficaz”, concluiu.

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